Josafá Anderson (Cidadania) fez cobrança pessoal por considerar que faltou “soberania do povo mineiro”
A Coordenadoria do Controle de Constitucionalidade do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) confirmou a instalação de um procedimento para verificar os trâmites que levaram à votação, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) , da autorização para a privatização da Copasa pelo Governo do Estado.
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O pedido de informações foi feito pelo cidadão Josafá Anderson de Oliveira, vereador em Divinópolis pelo Cidadania. Ainda conforme o MPMG, o presidente da ALMG tem um prazo de 30 dias para explicar o processo de votação do tema.
Votação não considerou soberania do povo mineiro, considera vereador
Segundo Josafá Anderson, o objetivo é questionar o fato de, segundo ele, a soberania do povo mineiro não ter sido exercida, por meio de referendo público, conforme estabelecido na Constituição.
“Essa minha ação é uma defesa dos direitos do povo mineiro. Trata-se de um patrimônio do povo, que não pode ser alienado sem autorização do povo. Vamos acompanhar agora o desenrolar dessa ação”, comentou o vereador.



