Ruan, morador de Torneiros, afundou na água ao tentar retornar para a margem e militares realizaram varredura subaquática perto da ponte da BR-262
O Corpo de Bombeiros Militar de Nova Serrana iniciou as operações de resgate após um afogamento no Rio Pará registrado na região da ponte da BR-262. O jovem Ruan, de 22 anos e morador do distrito de Torneiros, desapareceu nas águas ao tentar atravessar o rio a nado com outras duas pessoas. A exaustão física forçou o grupo a desistir do trajeto e retornar para a margem de origem, momento em que a vítima submergiu e não retornou à superfície. A corporação de Nova Serrana mobilizou mergulhadores e equipamentos especializados para localizar o morador.
Buscas subaquáticas e técnicas de varredura
Testemunhas presenciais repassaram as informações para a equipe de resgate. Os bombeiros de Nova Serrana identificaram o ponto exato do desaparecimento. Dois mergulhadores iniciaram os trabalhos no local. A equipe aplicou técnicas de varredura subaquática e mergulho em apneia.
Dessa forma, os militares percorreram uma área de 5 mil metros quadrados. O grupo seguiu o sentido da correnteza do rio.
Contudo, os socorristas não localizaram o jovem durante a primeira varredura.
Além disso, a guarnição utilizou equipamentos específicos para águas rápidas. Os materiais garantiram a segurança de toda a operação.
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Suspensão noturna e orientações de segurança
Os militares mantiveram os trabalhos por uma hora após o cair da noite. A equipe utilizou iluminação artificial no trecho. Conforme explicou a guarnição de Nova Serrana, a falta de visibilidade prejudicou os trabalhos. O terreno e o leito do rio tornaram a busca noturna perigosa.
Dessa forma, os bombeiros suspenderam as atividades temporariamente. A medida preservou a segurança dos próprios mergulhadores.
Contudo, a corporação confirmou a retomada das operações. O plantão seguinte do Corpo de Bombeiros reiniciará os trabalhos no início da manhã.
Por fim, os bombeiros alertaram sobre os riscos de afogamento no Rio Pará. Travessias em rios e córregos apresentam perigo elevado devido à correnteza, profundidade desconhecida e baixa visibilidade.


