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As esquerdas e o amor pela bandidagem

“A comoção não é pela morte do policial em serviço. Pelo contrário, a comoção foi pela morte dos criminosos”

Por ocasião das ações da polícia do Rio de Janeiro, que culminou com a morte de 27 bandidos, uma série de manifestações de grupos políticos de esquerda, trataram o ocorrido dentro de uma lógica de proteção a bandidagem e condenação as forças de segurança.

Ainda que os policiais tivessem sido recebidos por tiros de fuzil e metralhadora; ainda que um arsenal de guerra tenha sido apreendido; ainda que um agente tenha sido assassinado com um tiro na cabeça, algumas narrativas chegaram a chamar a ação de chacina.

Naturalmente que isso expressa claramente uma espécie de amor pela bandidagem por parte dos setores de esquerda. A comoção não é pela morte do policial em serviço. Pelo contrário, a comoção foi pela morte dos criminosos.

Essa inversão de valores é percebida por uma parcela grande da população trabalhadora, vítima diária do crime e da violência.

Daniel Venâncio

Daniel Venâncio é Doutor em Estudos do Lazer pelo Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Estudos do Lazer da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais. Mestre em História pelo Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal de São João del-Rei (2014-2016). Pós-graduado em Educação Ambiental e Sustentabilidade pelo Centro Universitário Internacional (2015). Graduado em História pela Universidade do Estado de Minas Gerais - Unidade Divinópolis (2010-2012). Graduando em Educação Física pelo Centro Universitário Claretiano. É integrante do Grupo de Pesquisa em História do Lazer (HISLA) da Universidade Federal de Minas Gerais.

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