Bebê com desconforto respiratório é transferida de Divinópolis em avião do Samu e Bombeiros

Minas Gerais
Por -20/05/2026, às 12H31maio 20th, 2026
SAMU E CORPO DE BOMBEIROS

Operação aeromédica de alta complexidade mobilizou equipes do CIS-URG Oeste e do CISSUL para garantir leito de CTI em São Sebastião do Paraíso.

Uma operação de resgate aéreo de alta complexidade mobilizou equipes de saúde e forças de segurança no início da tarde desta terça-feira (19). Uma bebê, que estava internada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Padre Roberto Cordeiro Martins, em Divinópolis, apresentando um quadro grave de desconforto respiratório, precisou ser transferida em caráter de urgência para um leito de Centro de Terapia Intensiva (CTI) no município de São Sebastião do Paraíso, no Sul de Minas.

Logística integrada e suporte avançado

Para garantir a segurança da paciente durante o trajeto de longa distância, o atendimento contou com o apoio logístico do avião Arcanjo 09, pertencente ao Serviço Aéreo de Saúde (SAS) da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG). A aeronave pousou na pista do Aeroporto Brigadeiro Cabral, em Divinópolis, onde uma Unidade de Suporte Básico (USB) do Samu/CIS-URG Oeste já aguardava para dar suporte à equipe aeromédica.

Nesse sentido, médicos e enfermeiros do Samu deslocaram-se por terra até a UPA para realizar os procedimentos de estabilização clínica e a preparação respiratória da bebê para o voo. Logo após a preparação e o monitoramento dos sinais vitais, a criança foi levada de volta ao aeroporto e embarcada com sucesso na aeronave.

Desembarque e internação no Sul de Minas

A transferência interestadual exigiu sincronismo entre diferentes consórcios de saúde de Minas Gerais. Assim que o avião pousou no município de destino, uma Unidade de Suporte Avançado (USA) do Samu/CISSUL já estava posicionada na pista para receber a equipe e finalizar o deslocamento terrestre até a unidade hospitalar.

Portanto, a atuação conjunta envolvendo os profissionais de medicina do Samu, pilotos de linha aérea e operadores aerotáticos do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (BOA/CBMMG) foi considerada fundamental para o sucesso da missão. Por outro lado, a direção da UPA e a Secretaria de Saúde reforçaram que o acionamento de recursos de alta complexidade como o transporte aéreo é essencial para salvar vidas em casos onde o tempo de deslocamento por rodovias coloca o paciente em risco.