Jader Filho destacou avanços do Minha Casa Minha Vida e anunciou novo programa de melhoria habitacional nas próximas semanas.
O déficit habitacional no Brasil caiu para o menor nível da história em 2023, segundo dados da Fundação João Pinheiro (FJP). O índice passou de 10,2%, em 2009, para 7,6% no ano passado, resultado atribuído principalmente ao programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV).
Em entrevista à Voz do Brasil nesta segunda-feira (22), o ministro das Cidades, Jader Filho, destacou o avanço nas contratações e entregas de moradias. “Já foram mais de oito milhões de unidades habitacionais entregues para a população. Só em 2023 contratamos 491 mil moradias, e em 2024 batemos novo recorde, superando 605 mil unidades”, afirmou.
O ministro anunciou que a meta de 2 milhões de unidades habitacionais contratadas, prevista para quatro anos, será atingida ainda em 2025, um ano antes do previsto. A expectativa do governo é chegar a mais de 3 milhões de moradias até o final de 2026.
Entre as mudanças implementadas desde a retomada do programa, em 2023, estão a exigência de melhor localização das unidades, próximas a escolas e postos de saúde, o aumento do tamanho mínimo dos imóveis para 41,5 m², além da inclusão de varanda, biblioteca, área de lazer, parquinho e até espaço pet nos empreendimentos.
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O programa também ganhou novas modalidades, como o Minha Casa Minha Vida Rural, voltado para famílias do campo, extrativistas, quilombolas e indígenas; o Compra Assistida, usado em situações emergenciais, como no Rio Grande do Sul; e a linha destinada à classe média, que permite financiar imóveis de até R$ 500 mil.
Segundo Jader Filho, um novo programa de melhoria habitacional deve ser lançado nas próximas semanas para atender famílias que desejam reformar ou ampliar suas residências.



