Ministro Silvio Costa Filho assinou documento que amplia a conectividade entre os dois países
O Brasil e a Nigéria firmaram, nesta segunda-feira (25), um Acordo de Céus Abertos durante a visita oficial do presidente nigeriano, Bola Ahmed Tinubu, ao Brasil. A cerimônia, realizada no Palácio do Planalto, contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de autoridades brasileiras e nigerianas.
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, foi responsável pela assinatura do documento, que regula e fortalece a cooperação no setor aéreo entre os dois países.
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O que prevê o acordo
Chamado tecnicamente de Acordo sobre Serviços Aéreos, o tratado estabelece regras modernas para a aviação entre Brasil e Nigéria. Entre os pontos definidos estão:
liberdade de sobrevoo;
autorização para escalas técnicas;
definição de rotas;
normas de segurança operacional;
medidas de concorrência justa.
O acordo abre caminho para que companhias aéreas brasileiras e nigerianas ampliem sua atuação tanto no transporte de passageiros quanto de cargas.
Impactos e expectativas
O ministro Silvio Costa Filho destacou que a medida aproxima ainda mais os dois países.
“Ao lado do presidente Lula, avançamos em uma agenda estratégica para aproximar ainda mais nossos países. Essa cooperação fortalece a relação bilateral e abre novas oportunidades de integração econômica, cultural e social”, afirmou.
Para o setor aéreo, a assinatura representa um passo estratégico de integração internacional, com potencial para gerar novas rotas, facilitar conexões entre a América do Sul e a África e impulsionar o turismo e os negócios bilaterais.
A Nigéria é a maior economia do continente africano e um dos maiores polos populacionais do mundo. Já o Brasil é referência em aviação na América Latina, o que reforça a relevância da parceria.
O acordo dá continuidade às tratativas iniciadas em maio, quando Silvio Costa Filho recebeu em Brasília o ministro da Aviação da Nigéria, Festus Egwarewa Keyamo, para alinhar os primeiros passos de cooperação.
A expectativa é que, com a entrada em vigor, o tratado aumente as oportunidades comerciais e traga benefícios diretos para passageiros e empresas dos dois países.



