Ato está marcado na Praça da Catedral. Organização promete adesivaço e participação de apoiadores com carros e buzinas.
Um buzinaço em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ocorrerá nesta sexta-feira (25/7), a partir das 16h, no centro de Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais. Chamado de “Buzinaço da Liberdade”, o ato está sendo organizado pelo movimento “Brasil Acima de Tudo” (BAT) e acontecerá na Praça da Catedral, na rotatória da avenida 1º de Junho.
Conforme a divulgação feita nas redes sociais, o evento contará com adesivaço gratuito e convocação de motoristas para participarem com seus veículos, em um protesto sonoro que visa demonstrar apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Buzinaço em apoios Bolsonaro em Divinópolis
O material de divulgação do buzinaço traz a imagem de Bolsonaro em destaque, acompanhada da bandeira nacional.
A proposta é promover uma “demonstração de força e liberdade”, como afirmam os apoiadores nas redes. O ato promete movimentar a região central da cidade no fim da tarde de sexta.
Divinópolis mantém base de apoio a Bolsonaro
Este buzinaço pró-Bolsonaro em Divinópolis faz parte de uma série de manifestações que têm ocorrido em diversas cidades brasileiras. Em Minas Gerais, o ex-presidente mantém forte base de apoio, especialmente em municípios do interior com perfil conservador.
A organização do evento não confirmou se lideranças políticas ou parlamentares da região irão participar.
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Entenda o contexto político do ato
O movimento ocorre em meio a um momento de tensão para Jair Bolsonaro, que é alvo de investigações faz parte de uma investigação que apura possíveis crimes de coação no curso do processo, obstrução de justiça e ataque à soberania nacional.
Como parte das medidas cautelares impostas pelo STF, Bolsonaro deverá usar
tornozeleira eletrônica, não poderá acessar redes sociais, assim como, terá toque de recolher noturno (devendo permanecer em casa entre 19h e 7h). Além disso, está proibido de manter contato com outros investigados, incluindo o filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), e com embaixadores ou diplomatas estrangeiros. Ele também não poderá se aproximar de embaixadas.
Apoiadores querem o impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Além disso, cobram a aprovação da proposta de anistia aos envolvidos no ato de 8 de janeiro.


