Doenças respiratórias: Kell Silva propõe decreto de emergência em Divinópolis

Minas Gerais
Por -17/04/2026, às 08H45abril 17th, 2026
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Foto: Divulgação/Rede Socias Kell Silva

Vereadora Kell Silva propõe decreto de emergência em saúde pública em Divinópolis diante do aumento de doenças respiratórias e pressão sobre a rede de atendimento.

A vereadora Kell Silva (PV) apresentou a Indicação nº CM 832/2026 solicitando à prefeita Janete Aparecida (Avante) que avalie a decretação de situação de emergência em saúde pública no município, diante do aumento de casos de doenças respiratórias em Divinópolis. A parlamentar pediu também a ampliação da preparação da rede de saúde para atender a demanda.

A proposta considera o cenário epidemiológico atual, que registra aumento significativo de casos de doenças respiratórias, como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), provocadas por vírus como o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e Influenza. Esse avanço, por sua vez, já impacta diretamente a demanda por atendimentos nas unidades de saúde, especialmente nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e nos leitos hospitalares.

Ampliação da rede de atendimento

Diante desse contexto, a vereadora destacou que municípios de porte semelhante, incluindo a capital mineira, adotaram recentemente medidas semelhantes. Nessas cidades, o decreto de emergência permitiu ampliar a capacidade de resposta do poder público. Houve acesso facilitado a recursos estaduais e federais, contratação de profissionais, ampliação de horários de atendimento e aquisição de insumos, medicamentos e equipamentos.

Além disso, a indicação reforça a necessidade de antecipar ações estratégicas. Entre elas, estão o fortalecimento da imunização, a intensificação da prevenção, o reforço da atenção básica e o monitoramento epidemiológico. Essas medidas, segundo o documento, buscam evitar a sobrecarga do sistema de saúde e proteger grupos mais vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ainda conforme Kell Silva, a eventual decretação de emergência pode garantir instrumentos legais e operacionais para uma resposta mais rápida e eficaz do Executivo. Dessa forma, o município poderá enfrentar o aumento dos casos respiratórios com maior eficiência e preservar a capacidade de atendimento da rede pública de saúde.