Bispo emérito Dom Gil toma posse na Academia Divinopolitana de Letras em cerimônia realizada em Itapecerica.
O bispo emérito Dom Gil Antônio Moreira tomou posse como membro da Academia Divinopolitana de Letras na tarde de sábado (22), durante sessão especial realizada em Itapecerica.
Ele assumiu a cadeira nº 22, anteriormente ocupada pelo professor José Dias Lara, já falecido.
Cerimônia reúne autoridades e representantes da cultura
A solenidade contou com a presença de representantes do Poder Executivo de Itapecerica, membros da Igreja Católica e acadêmicos.
Esta foi apenas a segunda vez que a Academia realizou uma posse fora de Divinópolis. A primeira ocorreu em Carmo do Cajuru, quando o acadêmico Célio Cordeiro tomou posse.
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Trajetória religiosa e intelectual marca escolha
Durante a cerimônia, Dom Gil foi apresentado como uma figura de destaque pelo altruísmo e pelo intelecto. Sua trajetória, iniciada no seminário aos 11 anos, ganhou destaque ao longo da sessão.
Ele foi ordenado presbítero em 1976 e, posteriormente, nomeado bispo em 1999. Além disso, atuou como professor no ensino fundamental e médio.
Na vida episcopal, passou pela diocese de Jundiaí (SP) e, em seguida, exerceu por 16 anos o cargo de arcebispo metropolitano de Juiz de Fora.
Obras e legado ganham destaque na solenidade
Os livros de autoria de Dom Gil ficaram expostos no local da cerimônia, ao lado de obras de Mário Casassanta e do próprio José Dias Lara, que também ocuparam a cadeira nº 22.
Dessa forma, a Academia reforçou a continuidade de um legado literário e intelectual ligado à cadeira.
Discurso emociona e destaca significado da posse
Durante o discurso, Dom Gil ressaltou a importância do momento:
“Me tornar membro da Academia Divinopolitana de Letras é um verdadeiro presente dos céus para mim. Fui padre por quase 50 anos e bispo por 27 anos. Não poderia receber presente melhor ao voltar para casa do que ocupar a cadeira de nomes tão importantes como Mário Casassanta e o professor Lara”
Posse reforça valorização da cultura regional
Com a entrada de Dom Gil, a Academia amplia sua representatividade e reforça o vínculo entre cultura, religião e produção intelectual na região.
Assim, a instituição segue valorizando nomes que contribuíram significativamente para a história e a identidade cultural do Centro-Oeste mineiro.



