Fiscalização do Ministério Público interdita fábrica de tripa suína em Divinópolis por poluição ambiental, prende responsável e aplica multa de R$ 40 mil
Uma fiscalização acionada pelo Ministério Público de Minas Gerais resultou na prisão de um responsável, na suspensão imediata das atividades e na aplicação de multa superior a R$ 40 mil a uma fábrica de tripa suína na região do Choro, em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas. A ação desencadeada nesta terça-feira (3/2) identificou poluição ambiental com danos significativos à flora, além de irregularidades administrativas e indícios de crime ambiental.
No local, os fiscais encontraram um cenário incompatível com qualquer prática ambientalmente responsável. Conforme registros fotográficos, o empreendimento não adotava medidas mínimas exigidas para a atividade, o que resultou em poluição do solo, além de captação irregular de recursos hídricos. Diante disso, os órgãos responsáveis adotaram providências imediatas para conter os danos ambientais.
- Após goleada, Hulk aproveita folga em Capitólio e exibe bandeira do Atlético em lago de Minas
- Homem morre após queda de moto no bairro Capão, em Nova Serrana
- Homem é preso por importunação sexual durante Carnaval em Cláudio
- Rayssa Leal vence etapa de abertura da Street League Skateboarding na Austrália
- Homem é preso por tráfico durante Operação Carnaval na MG-260, em Itapecerica
Atividade suspensa e responsável detido
Durante a ação, as autoridades suspenderam totalmente as atividades da fábrica. Além disso, um responsável acabou preso e enquadrado em Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por crime ambiental, conforme prevê a legislação.
O caso também seguiu para os órgãos competentes, que vão apurar responsabilidades nas esferas ambiental, administrativa e penal.
Multa ultrapassa R$ 40 mil
Como resultado da fiscalização, a polícia lavrou auto de infração ambiental no valor de R$ 40.381,55. A penalidade considera o impacto causado ao meio ambiente, especialmente à flora da região, além do funcionamento irregular da atividade industrial.
As autoridades alertam que denúncias de crimes ambientais podem ser feitas de forma anônima aos órgãos de fiscalização e ao Ministério Público.



