Servidores protestam contra a reforma da Previdência em manifestação diante da Secretaria de Educação; Prefeitura acena com medidas legais para restabelecer aulas.
Os profissionais da educação municipal deflagraram uma greve em 41 das 50 escolas municipais de Divinópolis. O movimento busca a retirada total do projeto da reforma da Previdência. Na manhã desta sexta-feira, os servidores públicos realizaram uma manifestação em frente à Secretaria Municipal de Educação. O protesto gerou reação imediata da Prefeitura de Divinópolis. Dessa forma, o Executivo projeta medidas para restabelecer o funcionamento das escolas e reduzir o impacto na rotina de milhares de famílias e estudantes.
Servidores protestam e paralisam maior parte das escolas municipais
Os manifestantes ocuparam o espaço diante da Secretaria Municipal de Educação na manhã desta sexta-feira. Como resultado, a forte adesão dos profissionais interrompeu as atividades escolares em 41 unidades de ensino.
Ademais, os trabalhadores exigem que o município retire integralmente o projeto da reforma previdenciária, após não chegar a um acordo. Por isso, a categoria iniciou a paralisação. Consequentemente, o movimento afetou a dinâmica do atendimento educacional local.
Prefeitura de Divinópolis se posiciona sobre a greve da educação em Divinópolis
Em nota oficial, a Prefeitura de Divinópolis informou que respeita o movimento grevista e a decisão dos servidores. O Executivo declarou que reconhece “que o direito de greve é uma garantia assegurada pela Constituição Federal e deve ser exercido dentro dos limites estabelecidos pela legislação vigente.”
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No entanto, a Administração Municipal faz um alerta sobre a segurança de quem escolheu trabalhar. A nota divulgada reforça: “Da mesma forma, a Administração Municipal reafirma que os servidores que decidirem não aderir ao movimento grevista também devem ter seu direito constitucional ao trabalho integralmente preservado, sem qualquer tipo de constrangimento, intimidação ou impedimento para o exercício regular de suas funções.”
Executivo promete medidas legais para reabrir os colégios atingidos
Certamente, as consequências sociais da paralisação preocupam os gestores. A prefeitura destaca que a interrupção traz problemas de rotina e de aprendizado. Conforme o texto oficial aponta, “embora a educação não seja classificada pela legislação como serviço essencial para fins de greve, trata-se de uma atividade indispensável para milhares de famílias divinopolitanas.” A falta de aulas prejudica os pais que necessitam do colégio para trabalhar.
Portanto, o Executivo considera a educação um serviço essencial para a sobrevivência das famílias. Por esse motivo, a Administração Municipal continuará adotando todas as medidas legais e administrativas necessárias para garantir o funcionamento dos serviços públicos, preservar os direitos de todos os servidores e minimizar os impactos da paralisação à população.




