Operação aeromédica mobilizou equipes de saúde e resgate neste domingo (21) para garantir leito especializado a recém-nascido com problemas respiratórios
Uma força-tarefa aeromédica transferiu um menino com quadro respiratório grave neste domingo, 21 de junho. A equipe realizou o transporte do Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Pará de Minas, para o Hospital São Sebastião, em Três Corações. A operação mobilizou profissionais de saúde e segurança pública do Estado.
Integração aérea e terrestre no salvamento
A equipe médica do SAMU/CIS-URG Oeste tripulou o helicóptero Arcanjo 14, do Serviço Aéreo de Saúde (SAS) da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). Além disso, pilotos e operadores aerotáticos do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) conduziram a aeronave.
O helicóptero decolou no início da tarde e pousou no Campo do Paraense. No local, a Unidade de Suporte Básico (USB) do SAMU já aguardava o pouso para dar apoio logístico. Em seguida, a equipe aérea se deslocou até o Hospital Nossa Senhora da Conceição para preparar o paciente para o voo. Consequentemente, os profissionais retornaram ao Campo, acomodaram o bebê no helicóptero e seguiram direto para Três Corações.
- Cleitinho publica homenagem emocionante após morte do irmão Matheus Azevedo
- Conexão Industrial 2026 em Divinópolis atinge 50% das vagas preenchidas a um mês do evento
- Morre Matheus Azevedo, irmão do senador Cleitinho
- Montes Claros avança na eletrificação do transporte
- Festival de Inverno de Itapecerica 2026: teatro e tradição cultural marcam o primeiro fim de semana do evento
Regulação oficial de leitos
A liberação da vaga para a transferência do bebê ocorreu de acordo com os critérios técnicos e ao fluxo estabelecido pela Central de Operações Para Regulação Estadual (CORE Saúde MG), órgão responsável pela regulação de leitos em Minas Gerais. Todo o processo ocorreu exclusivamente sob a condução da equipe de regulação, de forma técnica, transparente e pautada nos protocolos vigentes. Portanto, a ação não contou com qualquer interferência de pessoas ou agentes externos à Central para a disponibilização da vaga.
Por fim, a atuação conjunta entre as equipes terrestre e aérea confirma a importância do trabalho integrado. Desse modo, o caso demonstra a eficiência da estrutura da rede de urgência e emergência no Estado, que possibilita, de forma ágil e segura, o acesso de pacientes em estado grave aos recursos especializados necessários para o tratamento adequado.




