Segundo autoridades iranianas, o aiatolá Ali Khamenei morreu após ofensiva conjunta; sucessão e cenário político permanecem indefinidos
A mídia estatal do Irã confirmou, na madrugada deste domingo (1º), a morte do líder supremo Ali Khamenei, após ataque conjunto realizado pelos Estados Unidos e por Israel. A informação havia sido divulgada anteriormente pelo presidente americano Donald Trump e negada inicialmente por veículos oficiais iranianos.
De acordo com as agências estatais, o complexo onde Khamenei residia, em Teerã, foi atingido durante a ofensiva. Há relatos de que outras autoridades também morreram, incluindo integrantes da Guarda Revolucionária e membros do alto escalão do governo. A situação do presidente iraniano Masoud Pezeshkian ainda não foi oficialmente esclarecida.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que “há sinais claros” de que o líder iraniano não sobreviveu aos bombardeios. Segundo ele, a operação envolveu cerca de 200 aeronaves e teve como alvo aproximadamente 500 pontos estratégicos.
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Ainda conforme o Crescente Vermelho iraniano, ao menos 201 pessoas morreram e 747 ficaram feridas nos ataques registrados em diferentes regiões do país. A ofensiva ocorreu mesmo após o anúncio de nova rodada de negociações entre Washington e Teerã sobre o programa nuclear iraniano.
Com a confirmação da morte do líder supremo, o futuro político do Irã torna-se incerto. Pela Constituição do país, uma junta provisória pode assumir o comando até que a Assembleia de Peritos escolha o sucessor. No entanto, especialistas apontam que, diante do cenário de conflito, há possibilidade de instabilidade interna e disputa de poder entre setores militares e religiosos.



