Os investigados poderão ser condenados por falsificação de documentos e estelionato, com penas de até 11 anos de prisão.
Na manhã desta terça-feira (10), a Polícia Federal (PF) deu início à Operação Matasanos, destinada a desarticular um esquema criminoso que envolvia a comercialização de receitas e atestados médicos fraudulentos. A Justiça Federal de Divinópolis expediu dois mandados de busca e apreensão, que foram cumpridos pelas equipes policiais. A ação resultou na apreensão de receituários, atestados e um aparelho celular.
Pedido de afastamento através dos atestados
Segundo as investigações PF, os documentos falsificados eram utilizados para beneficiar empregados em pedidos de afastamento de suas atividades laborais, além de instruir requerimentos de benefícios previdenciários. A prática ilegal pode ter envolvido um número significativo de beneficiários, que também poderão ser responsabilizados caso fique comprovado que tinham ciência das fraudes.
Os prejuízos causados pelo esquema ainda estão sendo apurados pelas autoridades. “A operação visa não apenas identificar os responsáveis pela falsificação, mas também mapear o impacto financeiro gerado aos cofres públicos”, afirmou o delegado da PF, Gustavo Paolinelli, ao Portal Gerais.
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Operação Matasanos – Condenação
O nome da operação, Matasanos, faz referência a falsos médicos que, no passado, se passavam por curandeiros sem a devida habilitação. Os investigados responderão pelos crimes de falsificação de documentos e estelionato, cujas penas podem chegar a 11 anos de reclusão, dependendo da gravidade e do envolvimento de cada acusado.





