A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre o crime ocorrido na zona rural; testemunhas ouviram os pedidos de socorro da criança e flagraram os abusos.
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito policial sobre um crime de estupro de vulnerável na zona rural de Carmo do Cajuru, na região Centro-Oeste do estado. As autoridades indiciaram um homem de 43 anos pelo abuso da própria filha, uma criança de apenas 7 anos. O crime aconteceu entre os dias 30 e 31 de janeiro deste ano.
Testemunhas flagraram o crime na zona rural
De acordo com as investigações, o suspeito aproveitou o período em que exercia o direito de companhia com a filha para praticar atos libidinosos. O crime ocorreu em uma propriedade rural onde o pai e a criança estavam hospedados.
Durante o processo investigativo, testemunhas relataram que ouviram os apelos da vítima pedindo para o pai parar com as agressões. Além disso, uma das pessoas presentes no local afirmou que presenciou parte dos atos criminosos e interveio imediatamente para interromper a violência contra a menina.
- Lula sanciona Marco Legal do Transporte Coletivo e abre caminho para novas formas de financiamento
- Cantor Oliver Tree e youtuber Gaspi estão entre as seis vítimas de colisão entre helicópteros no Rio
- Jardim da Memória chega aos Serviços de Convivência e fortalece a identidade cultural em Divinópolis
- Acidente com três carros deixa feridos leves na BR-494, em Divinópolis
- Governo de Minas anuncia mais de R$ 400 milhões em obras rodoviárias para o Centro-Oeste de Minas
Provas robustas e prisão em flagrante
A equipe da PCMG reuniu um conjunto sólido de provas para embasar o indiciamento do suspeito. A investigação contou com depoimentos detalhados, laudos periciais específicos e registros médicos oficiais. Todos esses elementos técnicos mostraram total compatibilidade com a violência sofrida pela criança de 7 anos.
Por causa da gravidade da situação e da rápida denúncia, os policiais prenderam o homem em flagrante logo na data dos fatos. Posteriormente, a polícia descobriu que o suspeito também realizava ameaças frequentes contra as testemunhas que tentavam proteger a vítima, gerando uma nova linha de investigação.
Encaminhamento para a Justiça
Com a conclusão de todas as etapas investigativas na delegacia, a Polícia Civil enviou o inquérito finalizado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Agora, os órgãos da Justiça darão andamento ao processo criminal para a aplicação das penalidades previstas em lei.



