Criança foi encontrada sem ferimentos na zona rural de Viçosa durante operação da Polícia Civil
Uma bebê de seis meses foi resgatada pela Polícia Civil de Minas Gerais após ser sequestrada pelo próprio pai e pelo tio na cidade de Viçosa, na Zona da Mata. A criança foi localizada sem ferimentos na zona rural do município nesta quarta-feira (11).
De acordo com a Polícia Civil, a menina estava sob a guarda legal da mãe quando foi levada pelo pai, de 30 anos, sem autorização. Após a denúncia do sequestro, os investigadores iniciaram uma operação para localizar os suspeitos.
Suspeitos tentaram fugir pela mata
Durante a ação policial, os agentes encontraram os dois homens em uma propriedade rural. Ao perceberem a chegada da polícia, os suspeitos tentaram fugir por uma área de mata nos fundos do imóvel.
No entanto, os policiais conseguiram alcançar os irmãos. Durante a abordagem, o pai da criança tentou se desfazer de um revólver calibre .32 que estava municiado.
Os dois homens foram presos em flagrante. Além disso, a polícia também cumpriu mandados judiciais que estavam em aberto contra os suspeitos.
Arma, drogas e anotações foram apreendidas
Durante as buscas no imóvel, os investigadores apreenderam a arma de fogo, porções de maconha, aparelhos celulares e cadernos com anotações relacionadas à comercialização de drogas.
Segundo a Polícia Civil, o pai da bebê já era investigado por envolvimento com tráfico de drogas na região. Já o tio da criança estava foragido da Justiça e possui condenação superior a 20 anos pelo crime de homicídio.
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Bebê foi entregue à mãe
Após o resgate, a bebê passou pelos procedimentos assistenciais e jurídicos necessários. Em seguida, as autoridades entregaram a criança novamente à mãe.
O delegado responsável pela operação, Renato Zanco, destacou a importância da rápida atuação policial.
“A agilidade da equipe foi fundamental não apenas para o cumprimento das ordens judiciais de prisão, mas, primordialmente, para garantir a integridade física da criança, que se encontrava em ambiente de risco”.
Os investigados foram levados para a unidade policial, onde os procedimentos de polícia judiciária foram formalizados. Depois disso, os dois seguiram para o sistema prisional e permanecem à disposição da Justiça. As investigações continuam.



