PC indicia homem que matou “amigo” a tiros em bar de Itaúna por ciúmes

ItaúnaMinas Gerais
Por -24/10/2025, às 17H35outubro 24th, 2025
suspeito de homicídio em bar em itaúna
Foto: Divulgação/PCMG

Homicídio teria sido motivado por questões passionais; “Para você aprender a não mexer com mulher dos outros”

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) indiciou, nesta quinta-feira (23/10), um homem, de 47 anos, por matar um idoso, de 67 anos, dentro de uma bar em Itaúna, no Centro-Oeste de Minas, por homicídio triplamente qualificado. O crime ocorreu na noite de 31 de agosto.

Homicídio dentro do bar em Itaúna

Conforme as investigações, Cleidemar de Carvalho Neto, conhecido como Lula, de 47 anos, considerado amigo da vítima cometeu o crime. O idoso estava sentado sozinho no interior do bar quando o suspeito se aproximou por trás e efetuou diversos disparos de revólver calibre 38, sem dar qualquer chance de defesa. Antes de atirar teria afirmado: “isso é para você aprender a não mexer com mulher dos outros”.

Mesmo ferido, o homem tentou fugir, sendo atingido novamente e caiu ao chão. O agressor então disparou mais vezes à queima-roupa e fugiu em seguida em um veículo. O resgate levou a vítima para uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos.

Motivo passional e fuga

De acordo com o delegado João Marcos do Amaral, responsável pelo caso, as investigações ouviram dez testemunhas e indicaram que motivação passional.

“O suspeito foi indiciado por homicídio consumado triplamente qualificado, em razão do motivo fútil, do recurso que dificultou a defesa da vítima e do meio que resultou em perigo comum, já que havia outras pessoas no interior do bar no momento dos disparos”, explicou o delegado.

A Justiça decretou a prisão preventiva do suspeito, que permanece foragido, apesar dos levantamentos realizados pela equipe policial.

Polícia pede ajuda da população

A PCMG pede que quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro do autor comunique aos órgãos de segurança pública ou repassada de forma anônima pelo Disque Denúncia 181.