Levantamento aponta variações de até 374% entre itens básicos; facilidades de pagamento ajudam no planejamento familiar
O Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômico-Sociais (NEPES) de uma Faculdade de Divinópolis analisou os preços de 17 itens de material escolar e revelou diferenças que chegam a 374%.
O estudo, realizado em janeiro, avaliou produtos comuns nas listas escolares, como cadernos, lápis, compassos e transferidores, para orientar as famílias no planejamento financeiro de 2025.
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Entre as maiores variações, a régua flexível apresentou diferença de 374% entre o menor e o maior preço.
O apontador com depósito registrou 293% de variação, enquanto a borracha branca alcançou 275%.
Segundo Wagner Almeida, coordenador do projeto, fatores como marca, qualidade e características dos produtos explicam essas disparidades.
Facilidades no pagamento trazem opções para economizar
Além de preços, a pesquisa também destacou as condições de pagamento nos estabelecimentos.
A maioria das lojas parcela em até 3 vezes sem juros. Outras oferecem 4 parcelas com 10% de desconto ou até 12 vezes com juros.
Para quem paga à vista, os descontos chegam a 20%, dependendo do local. Assim, essas alternativas facilitam o planejamento financeiro e ajudam as famílias a economizar.
Reajustes previstos reforçam necessidade de pesquisa
A ABFIAE prevê aumento de 5% a 9% nos preços do material escolar em 2025, causado por alta tributária, custos, dólar valorizado e logística.
Além disso, dados do Instituto Locomotiva mostram que 85% das famílias brasileiras sofrem impacto financeiro com os gastos escolares, e 38% enfrentam forte pressão no orçamento.
Nesse cenário, portanto, pesquisar preços antes de adquirir os itens da lista torna-se essencial. Assim, é possível evitar gastos excessivos e, além disso, manter as finanças equilibradas.



