Polícia descobre fábrica clandestina de sabão em pó em Araújos

Minas Gerais
Por -27/12/2025, às 19H20dezembro 27th, 2025
pmmg polícia militar
Foto meramente ilustrativa (Divulgação/PMMG)

Militares encontraram caixas abertas de sabão em pó de marca conhecida, além de materiais usados para lacrar embalagens

A Polícia Militar de Minas Gerais encontrou uma fábrica clandestina de sabão em pó em funcionamento irregular em Araújos, no Centro-Oeste do estado. A ação ocorreu neste sábado (27/12) após denúncias apontarem a produção ilegal do produto em um galpão no município.

De acordo com a corporação, os militares receberam informações de que o imóvel abrigava uma fábrica sem qualquer tipo de autorização. Diante disso, as equipes iniciaram diligências para averiguar a denúncia e localizar os responsáveis.

Galpão escondia estrutura de produção ilegal

Durante a verificação, os policiais fizeram contato com o proprietário do galpão. Ele informou que havia alugado o imóvel há alguns meses para uma pessoa de outra cidade, porém relatou que não percebia movimentação no local há algum tempo.

Com a autorização do dono, os militares entraram no galpão e encontraram caixas abertas de sabão em pó de marca conhecida, além de materiais usados para lacrar embalagens, bancadas improvisadas, assim como diversos recipientes contendo grande quantidade do produto.

Perícia e Receita Federal acionadas

Apesar da estrutura montada, não havia ninguém no imóvel nem nas proximidades no momento da ação. Diante da situação, a Polícia Militar acionou a perícia técnica para os trabalhos necessários no local.

Além disso, os militares também fizeram contato com a Receita Federal, que deverá adotar as providências cabíveis, já que o caso envolve possível falsificação de produto e crimes contra a ordem tributária e o consumidor.

Fábrica clandestina de sabão em pó em Araújos investigada

O material encontrado deverá passar por análise para identificar a procedência do sabão em pó e confirmar se havia adulteração ou reutilização de marcas conhecidas. A Polícia Militar segue em rastreamento para identificar e localizar os responsáveis pela fábrica clandestina.