SENAC abre a Exposição Universo Quilombola em Divinópolis

DivinópolisMinas Gerais
Por -01/07/2026, às 10H16julho 1st, 2026
Projeto tem como proposta a produção de oficinas em comunidades Quilombolas para produção de uma boneca/personagem que simbolize, valorize, dê visibilidade e gere fonte de renda às comunidades contempladas pelo projeto.

A atração apresenta a metodologia inovadora Omolangidi Guardiã, unindo educação antirracista, sustentabilidade e cultura ancestral.

O SENAC, localizado na Avenida Antônio Olímpio de Morais, 293, no centro de Divinópolis, MG, abriu as portas para o público receber a “Exposição Universo Quilombola/Omolangidi Guardiã/Guardiãs Quilombola” nesta quarta-feira (01/07/2026), das 12h às 22h, com o propósito de valorizar as raízes afro-brasileiras e promover a sustentabilidade. A mostra cultural, que conta com a curadoria de Karol Canto e obras de Bianc Amorim, exibe uma iniciativa inovadora construída para conectar comunidades tradicionais, escolas e sociedade através de experiências educativas criativas.

Com o intuito de atingir o público de segunda a sexta-feira, o evento permanecerá montado durante todo o mês de julho. Inquestionavelmente, a atração destaca projetos voltados para escolas com foco em cultura e preservação de memórias ancestrais. Consequentemente, os visitantes encontram no local um espaço focado em educação antirracista, cidadania e impacto social.

A metodologia inovadora por trás da atração

A mostra destaca a “Omolangidi Guardiã“, uma metodologia educacional que ensina práticas conscientes e estimula o protagonismo estudantil. Muito além de uma boneca, a personagem representa identidade cultural, empatia, diversidade, criatividade e fortalecimento da autoestima.

De acordo com o projeto, a iniciativa promove oficinas em comunidades quilombolas para a confecção da boneca artesanal. Com toda a certeza, essa ação valoriza, dá visibilidade e gera fonte de renda para as comunidades contempladas. Na próxima fase da proposta, cada unidade contará com um QR Code exclusivo para identificar:

  • Artesã responsável;
  • Comunidade quilombola;
  • História da peça;
  • Certificação de autenticidade;
  • Pai ou mãe adotiva.

Além disso, o conteúdo gerado pelas ações ficará disponível em ambiente virtual através de novas mídias. Dessa forma, a organização busca difundir o conhecimento tradicional para além dos muros escolares.