Suspeita apresentou comportamento incoerente e aparentava ter algum tipo de debilidade ou alteração mental durante a abordagem, segundo a Polícia Civil
A Polícia Civil divulgou, nesta sexta-feira (14/8), novas informações sobre a investigação da morte de José Eustáquio, de 81 anos, em Formiga. A mulher suspeita do crime foi presa em Arcos, na quarta-feira (12/8).
A vítima andava de bicicleta quando sofreu um golpe de faca. O caso chamou a atenção das autoridades e mobilizou equipes de investigação na região.
Segundo a Polícia Civil, imagens de câmeras de segurança, características físicas e as roupas usadas no dia do crime ajudaram os investigadores a identificar a suspeita.
Durante a prisão, os policiais encontraram uma faca com a mulher. Conforme a perícia, o objeto apresentava vestígios de sangue.
Receba a notícia no seu celular. Participe do nosso grupo de WhatsAppPolícia investiga outros três casos semelhantes
Além do caso de Formiga, a Polícia Civil apura outros três ataques em Arcos.
Segundo a corporação, os casos envolvem pessoas idosas atacadas com arma branca. As investigações indicam, até o momento, a possível participação de uma mulher nos episódios.
Por isso, a polícia trabalha para verificar se existe alguma relação entre os casos.
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Suspeita apresentou comportamento incoerente
Durante a abordagem, a mulher apresentou, segundo a Polícia Civil, um comportamento considerado incoerente.
A corporação informou que ela aparentava apresentar algum tipo de debilidade ou alteração mental. No entanto, a condição ainda será avaliada durante a investigação.
Além disso, a polícia trabalha com a possibilidade de a mulher atuar como garota de programa. Os investigadores também apuram a informação de que ela teria vindo de Belo Horizonte.
Segundo a corporação, essas informações dificultaram inicialmente a identificação da suspeita.
Suspeita permanece em silêncio
Durante os questionamentos, a mulher permaneceu em silêncio sobre a motivação do crime.
A Polícia Civil continua a investigação para esclarecer as circunstâncias da morte de José Eustáquio e verificar uma possível ligação com os outros ataques registrados em Arcos.


