TV 3.0 será lançada nesta quarta-feira (27) e promete mais interatividade, qualidade de imagem e integração com a internet
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina nesta quarta-feira (27), no Palácio do Planalto, o decreto que regulamenta a TV 3.0, considerada a nova geração da televisão aberta e gratuita no Brasil. Segundo o Ministério das Comunicações, a novidade vai revolucionar a forma como os brasileiros consomem TV, trazendo mais interatividade, qualidade de som e imagem superior, além de maior integração com a internet.
A TV 3.0 vai permitir o uso de aplicativos diretamente nos televisores, ampliando a experiência do público com recursos como votações em tempo real, conteúdos extras, serviços de governo digital, alertas de emergência, novos recursos de acessibilidade e até mesmo compras pelo controle remoto (T-commerce).
O sistema adotado será o ATSC 3.0, padrão internacional recomendado pelo Fórum do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD). A migração será gradativa, começando pelas grandes cidades, e parte da população já poderá experimentar a nova tecnologia durante a Copa do Mundo de 2026.
- CNU 2025: resultados individuais serão divulgados nesta quarta-feira
- Parque da Ilha será fechado temporariamente para manutenção na manhã de quinta-feira
- Acidente na BR-354 deixa motociclista ferido em Formiga
- INMET emite alertas de chuva forte e tempestade; previsão do tempo para o fim de semana
- Restaurantes ampliam opções sem carne vermelha durante a Quaresma
Entre os diferenciais, está a possibilidade de integração entre transmissão tradicional (broadcast) e serviços de internet (broadband), o que vai devolver protagonismo à TV aberta, que nos últimos anos perdeu espaço para os serviços de streaming. “A TV 3.0 representa mais do que uma evolução tecnológica, simboliza a renovação do compromisso histórico da radiodifusão com a informação, a cultura e a ética”, afirmou Raymundo Barros, diretor de Estratégia de Tecnologia da Globo e presidente do Fórum SBTVD.
No campo público, a novidade trará também a Plataforma Comum de Comunicação Pública, que reunirá canais e aplicativos de emissoras educativas e institucionais, além do acesso a serviços digitais do governo pela televisão conectada.


