UPA Divinópolis passa a usar pulseira de identificação para pacientes com Transtorno do Espectro Autista e aposta em atendimento mais humanizado e inclusivo.
A Unidade de Pronto Atendimento (UPA Divinópolis) passou a adotar um sistema de identificação por pulseira personalizada para pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A iniciativa busca humanizar o atendimento e garantir uma assistência mais acolhedora, especialmente em situações de urgência e emergência para pacientes com autismo.
Com a nova medida, as equipes assistenciais conseguem identificar o paciente com TEA logo na chegada à unidade. Assim, tornam-se possíveis adaptações imediatas no atendimento, o que contribui para mais segurança e conforto durante todo o processo assistencial.
Atendimento mais humanizado e menos estímulos sensoriais
A pulseira permite que profissionais de saúde façam ajustes na comunicação, reduzam estímulos sensoriais e compreendam melhor as particularidades de cada paciente. Dessa forma, o atendimento se torna mais empático, evitando situações que possam gerar estresse, ansiedade ou desconforto em um ambiente naturalmente intenso, como o de uma UPA.
Além disso, a identificação visual orienta todos os setores da unidade, garantindo continuidade no cuidado e maior alinhamento entre as equipes ao longo do atendimento.
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Compromisso com inclusão e cuidado individualizado
De acordo com o gerente assistencial da UPA Divinópolis, Cleverson Humberto, a implantação da pulseira reforça o compromisso da unidade com a inclusão e a humanização da saúde.
“A iniciativa contribui para minimizar situações de estresse, ansiedade e desconforto, além de orientar os nossos colaboradores quanto à condução do cuidado, respeitando as individualidades dos pacientes e promovendo mais segurança durante a assistência”, afirmou.
Avanço no atendimento em saúde pública
Com a adoção da pulseira para pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), a UPA Divinópolis avança na construção de um atendimento mais sensível, acessível e alinhado às boas práticas de humanização na saúde pública, fortalecendo o respeito às diferenças e o cuidado centrado no paciente.



