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Foto: Divulgação/PCMG

Caso ocorreu em escola estadual do bairro Icaraí; a investigada pode ser responsabilizada com pena de até 5 anos de reclusão

No dia 18 de fevereiro de 2025, a Polícia Militar de Minas Gerais atendeu uma ocorrência na Escola Estadual São Francisco de Paulo no bairro Icaraí, em Divinópolis.

Uma funcionária teria chamado uma aluna de “macaca” durante o turno escolar, em razão da cor da pele da estudante.

Após a denúncia, a Polícia Militar se dirigiu até a escola e, ao apurar os fatos, conduziu a funcionária até a Delegacia Regional de Polícia Civil.

Lá, o delegado plantonista lavrou o auto de prisão em flagrante e ratificou a prisão da investigada.

De acordo com o delegado Thiago Albuquerque, o caso passou por diligências e oitivas de testemunhas.

“Realizamos diligências, ouvimos testemunhas e, apesar de a investigada negar as acusações, as testemunhas presenciais confirmaram que a ofensa realmente ocorreu. O crime caracterizado como injúria racial”, afirmou.

As testemunhas confirmaram que a funcionária ofendeu a aluna na frente delas. Embora a investigada tenha negado as acusações, as evidências testemunhais foram determinantes para o indiciamento por injúria racial.

Portanto, o caso encaminhado à Justiça, onde a funcionária responderá pelo crime de injúria racial. A pena prevista varia de 1 a 5 anos de reclusão, conforme a legislação.

O delegado destacou a seriedade do caso, afirmando que injúria racial é um caso sério e que precisa ser tratado com rigor.

“A injúria racial é um crime sério e precisa ser tratada com rigor. Após a devida ação criminal, a investigada poderá ser responsabilizada”, explicou Thiago Albuquerque.

Por fim, o procedimento concluído e aguarda o trâmite judicial.